Hoje, mais de 50 organizações e movimentos sociais de 17 países da América Latina e da União Europeia se unem para lançar uma campanha que exige o fim dos acordos...
Neste mês de julho, com muita alegria e fé na luta dos povos organizados, lançamos o estudo Política Nacional de Clima, participação social e propostas dos povos do Brasil para a
Na manhã de terça-feira (15/07), indígenas do povo Mbyá Guarani da Tekoá Nhe'engatu, da cidade de Viamão, realizaram uma mobilização em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Hoje, mais de 50 organizações e movimentos sociais de 17 países da América Latina e da União Europeia se unem para lançar uma campanha que exige o fim dos acordos...
Na sexta-feira (12), a Amigas da Terra Brasil participou do encontro Vozes do Pampa. Junto a movimentos sociais, rurais e feministas, comunidades e lideranças indígenas e negras, estivemos reivindicando as...
A história de violações de direitos, exploração e opressões causada por corporações aos territórios de vida é antiga. Assim como os processos de luta na construção de horizontes de emancipação...
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
De 24 a 28 de agosto ocorreu o segundo Encontro Nacional do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), em...
“A democracia não se resume ao direito de aplaudir ou vaiar. Democracia é o exercício do diálogo respeitoso, a garantia...
Pela manhã e tarde desta terça-feira (12/08), indígenas Guarani e Kaingang ocuparam a Praça da Matriz, em Porto Alegre (RS),...
Do dia 24 ao 29 de junho, a Amigas da Terra América Latina e Caribe (ATALC) esteve na cidade de...
A cidade é nossa! Nesta quarta-feira, 30 de julho, aconteceu mais uma edição do Quartas Temáticas, reunindo vozes e saberes...
Processo alega ilegalidades no licenciamento da mineradora Sigma Lithium e riscos de “racismo ambiental” Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)...
