Frente à ofensiva da extrema direita e do imperalismo, pelos direitos humanos, dos povos e dos territórios: É Lula (13) para frear o fascimo e salvaguardar a democracia.
A defesa dos territórios de vida, ameaçados por projetos de morte de corporações, se dá no cotidiano. Em batalhas diárias contra violências estruturais do racismo, colonialismo, patriarcado e lgbtqiap+fobia. Violências que atravessam brutalmente corpos que resistem e zelam por seus territórios, e sabem: a estrela da esperança seguirá sendo nossa.
Assumimos posição em defesa de melhores condições para a luta e organização popular, reivindicando nossas pautas. Isso só será possível com Lula, governos comprometidos com o ambiente, um Senado e uma Câmara com abertura ao diálogo e a construir junto aos movimentos sociais, sindicatos, periferias, juventudes, indígenas, kilombolas, povos tradicionais e organizações de base.
Não dá para comparar o Ministério de Meio Ambiente de Marina Silva, no governo Lula, com o de Ricardo Salles, negacionista climático que como ministro do governo Bolsonaro “passou a boiada”. O desmatamento aumentou quase 150%. Floresta no chão e envenenamento do povo, a política deles. A tragédia se repete como farsa com Flávio, e nos erguemos para evitar o mais nefasto.
A direita anti-ambiental e anti-indígena, que domina o Congresso Nacional, ganhou 70% das votações na pauta entre 2023 e julho de 2026, causando retrocessos devastadores. Entre eles, a flexibilização das leis ambientais e a ratificação do acordo tóxico entre União Europeia e Mercosul.
Lula realizou a Cop30 na Amazônia quando Bolsonaro, pai do candidato Flávio, negou-se a sediar a Cop no Brasil em 2019. O mesmo Bolsonaro que fazia piadas de famílias que perdiam os seus, enquanto vivíamos um genocídio estabelecido por seu governo durante a pandemia de Covid-19.
Lula é o candidato comprometido com a democracia, a paz, o clima, os direitos humanos e a saúde mental e financeira do povo trabalhador. E garantir uma mudança no parlamento nacional no dia 4 de outubro é tão importante quanto o eleger presidente.

Diante de quem semeia a destruição, o ódio e a especulação sobre os nossos ecossistemas, nós escolhemos o caminho do cuidado, da soberania e do futuro. A política só faz sentido quando serve para acender a esperança no chão das periferias, nas aldeias, nos quilombos, no campo e nas redes de solidariedade.Como nos ensina Chico Mendes: ecologia sem luta de classes é jardinagem. Do Pampa à Mata Atlântica, a nossa ecologia vem dos povos que preservam, das mãos que cultivam alimentos saudáveis e da coragem de não recuar contra o fascismo. Para derrotar figuras que representam a política da destruição, da violência e que votaram sistematicamente por dor e sofrimento, que são inimigos das quebradas, dos povos negros, mulheres, dos povos indígenas, do futuro e da classe trabalhadora, precisamos eleger Lula.

É hora de escolher entre quem desmonta a proteção ambiental e quem enfrenta a crise do clima:
O Rio Grande do Sul sabe o preço de ignorar o clima. Agora é a nossa vez de dar a resposta nas urnas.
Dia 25, é Lula 13.
Se tu é um indeciso, ou um dos 33 milhões que não foram votar, me chama pra conversar!
Mbya RS, Coletivo de mídia indígena Mbyá Guarani do Rio Grande do Sul, se posiciona com Lula:
Pelas crianças e pelos mais velhos, Maikon Wera, jovem mbyá guarani do coletivo de mídia Mbya RS pede consciência na hora de votar. No relato expõe a diferença entre o projeto político de Lula 13 e de Flávio e a urgência de nos mobilizarmos por nossos direitos, em defesa da constituição e de #demarcaçãojá dos territórios indígenas. É sobre as nossas vidas, a garantia dos territórios e saberes ancestrais, sobre o futuro!
Bora lula✊🏹
Coletivo de mídia Mbya RS pede consciência na hora de votar. O diálogo, a defesa da democracia e o compromisso com quem mais precisa sempre foram os pilares de uma trajetória construída ao lado do povo.
Juventude do PT aborda que direitos trabalhistas não são favores, são conquistas e abordam fim da jornada 6×1, defendida por Lula:
DIREITOS TRABALHISTAS NÃO SÃO FAVORES. SÃO CONQUISTAS!
Quantas trabalhadoras precisam escolher entre garantir o sustento e investir no próprio futuro? A luta por melhores condições de trabalho também é a luta pelo direito de estudar, descansar e viver com dignidade!
Ao longo da história do Brasil, os direitos trabalhistas foram conquistados por meio da organização e da luta dos trabalhadores e trabalhadoras. O presidente Lula e os parlamentares de esquerda tiveram um papel importante nessa trajetória, defendendo avanços sociais, a valorização do trabalho e a ampliação de direitos. Conquistas como a valorização do salário mínimo e a ampliação da proteção social são frutos de disputas políticas que precisam continuar.
⚠️ Nenhum direito veio de graça. E nenhum direito está garantido para sempre.
Por isso, precisamos de representantes comprometidos com quem vive do próprio trabalho, e não com quem quer transformar direitos em privilégios.
🗳️ Vote consciente! Escolha quem está ao lado da classe trabalhadora e luta para ampliar seus direitos, não para retirá-los.
✊🏽 Por trabalho digno, educação e justiça social!
O que está em jogo nessas eleições? Isso é sobre você!
A exaustão te acompanha de segunda a segunda, mais de hora no ônibus lotado, indo pro trabalho? Chegou no fim do mês sem dinheiro? O sufoco da correria tá te fazendo sentir saudade da família e amizades? Coração fica apertado e com a chuva vem o medo de mais uma enchente?
Essa eleição é sobre tudo isso.
Essa eleição é sobre você.
É sobre o Dia das Crianças.
Lula e Flávio disputam a presidência, mas não é só escolher um candidato: é escolher o que o governo vai fazer com os problemas que você vive todos os dias.
O Brasil que a gente quer é aquele em que criança colhe fruto do pé e corre pela rua sem medo de bala perdida. É o Brasil do livro na mão, ao invés de armas. Em que a vida e sua diversidade possam ser celebradas.
Um caminho que se constrói com emprego, comida no prato, casa pra morar, saúde, com escolas, respeito às mulheres, direitos, zelo pelas crianças e pelo futuro. É no Plano de Governo de Lula que há comprometimento com essas pautas.
Não podemos retroceder em direitos já garantidos, não podemos permitir que vendam as nossas praias, coloquem abaixo nossas florestas, que aumentem a carga de trabalho e acabem com a proteção ambiental. Esse é o projeto de Flávio.
O governo de Flávio é terra arrasada. Em terra arrasada não dá de plantar, não dá de brincar, não dá pra crescer com dignidade. Por isso, firmamos os pés e as vozes em defesa do futuro de nossas crianças, e das próximas que virão.
Precisamos de um solo fértil para reivindicarmos o que é nosso e avançarmos. Dia 25, é Lula 13!
Vem com a gente? Se organize, some forças no seu bairro e dialogue com pessoas indecisas ou que ainda não conseguiram parar pra prestar atenção no quanto a política é cotidiana e impacta cada detaçhe de nossa vida. Escute, aprenda, partilhe. Se junte a movimentos sociais, organizações de base, kilombolos, retomadas, aldeias. . Vamos virar!
Leia “O que está em jogo nas eleições 2026” e saiba mais
Bora fazer a estrela brilhar? ⭐❤️
Sabe o que está em jogo nessa eleição? As nossas vidas. O futuro de quem a gente ama.
Quando a gente fala em segurança de verdade, a gente não tá falando de armamento nem de ódio. Segurança é ver a rede pública funcionando, é ter autonomia financeira, creche, casa de acolhimento e a certeza de que nossas crianças vão crescer com dignidade e futuro. É garantir os territórios de vida, com demarcação já e titulação já, para que cada povo possa existir, mais do que resistir todos os dias. Basta de feminicídio, armar o povo só aumenta a violência contra mulheres, população lgbtqiap+, juventudes e a bala encontra o corpo de nossas crianças. Que precisam é de creche, tempo livre de cuidadores para que a infância seja digna. Flávio representa o projeto de extermínio da população negra. É racismo ambiental. É contra nossos direitos.
Votar 13 é garantir o chão pra gente continuar sonhando e lutando juntas, juntes e juntos. Mas não basta só votar: urge estamos ao lados dos povos, das juventudes, confuirmos forças e ouvirmos quem está do nosso lado, conversar com a vizinhança e transformar indignação em afeto e voto.
❤️🔥 Organiza a tua raiva, chama quem tu ama pra conversar e vem pra luta com a gente! ⭐
Vamos virar e seguir em luta em defesa de nossos corpos, vidas, biomas e territórios!
Recado da Marcha Mundial das Mulheres: Se liga, mulher! O Flávio Bolsonaro mente!
Justiça Climática se faz com os povos!
emergência climática está diretamente relacionada ao avanço de projetos de morte das corporações. Setores como o da celulose, agronegócio e a mineração colocam o lucro acima da vida e violam sistematicamente direitos dos povos e territórios. Além de tudo, suas atividades predatórias causam enchentes históricas, secas extremas e são um laboratório de sem tetos e refugiados climáticos. Racismo ambiental pegando, junto com o desequilibrio ecológico da Terra. E como se não bastasse, grandes empresas querem ainda vender falsas soluções para as crises que criaram. É isso que Flávio, o candidato negacionista climático, representa.
Não existe natureza sem os povos que sustentam o céu. Não existe justiça climática sem #demarcaçãojá, titulação kilombola, reforma agrária e urbana com participação popular e garantia de direitos constitucionais.
Isso tudo só será garantido com o povo na rua e a reeleição de Lula 13.
Se organize, se mobilize. Vem virar voto em defesa da vida, dos povos e de melhores condições para a luta por nossa emancipação ✊🏽 Precisamos resistir pra transformar, soma com a gente ⭐️
#lulapresidente2026#demarcaçãojá#feminismopopular#direitosparaospovos
Movimentos sociais e Cozinhas Solidárias com Lula: Quando a água subiu no RS, quem estava com você?
A enchente no RS não foi fatalidade, foi projeto político daqueles que usam colete-salva vidas na TV, mas na prática deixam o povo à própria sorte em nome do lucro. Governam para as corporações e grandes empresas que desmatam, violam direitos e ameaçam com racismo, cárcere, violência, machismo e lgbtqiap+fobia as nossas juventudes diariamente.
Querem “passar a boiada” na eleição, como disse e fez o ministro do Meio Ambiente do governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles. Seja em aldeias e retomadas, em kilombos, onde margeiam em força povos das águas, maretórios, nas quebradas, nas ocupações urbanas que erguem as mãos para construir lares e comunidade meio ao avanço da especulação imobiliária, que transforma o direito de morar em mercadoria para poucos. Tem muita gente sem casa, mas muito mais casa sem gente. A conta não fecha. E isso é projeto de morte nas cidades, que também são campo, e nos campos, que vivem a violação do direito à terra e ataques com armas químicas, os agrotóxicos, que chegam na água que sai de nossas torneiras onde estivermos.
O calor aumenta, a água inunda. A emergência climática é uma fábrica de sem tetos. Em diversas cidades da Amazônia, nesse agora, povos convivem com a fumaça densa de queimadas florestais. Intoxicação. Devastam biomas, tiram direitos. Querem lucrar com tragédias que causam, vendendo falsas soluções quando as pessoas perdem tudo, adoecem, têm familiares e pessoas amadas ceifadas com a mudança do clima.
Na enchente de 2024, territórios de vida, sociedade civil organizada, movimentos sociais, organizações de base e populares atuaram. Fizeram mutirões de acolhida para quem teve que sair das casas com o desamparo nos braços. Ergueram cozinhas solidárias e brigadas. Dialogaram com o Governo Federal de Lula e conseguiram implementar políticas públicas, garantia de auxílios e repasse de verba (que prefeituras de direita ignoraram).
As marcas da água que subiu estão vivas em nossos corpos, em nossas cidades. Estão na fome que a mudança do clima causa, na dificuldade de produzir alimentos, de respirar, no medo da chuva. Estão na nossa memória.
Por isso, no dia 25, sem dúvidas, é 13
Soberania Alimentar e Democracia
Vote para reconstruir políticas públicas para o campo, fortalecer a pequena agricultura familiar agroecológica (quem realmente coloca comida saudável na mesa de trabalhadoras) e defender os nossos territórios ✊🏽🌍
Frente à emergência climática, não há mais espaço para as monoculturas e monológicas do agronegócio, que deixam um rastro de destruição por onde passam, envenenando águas, solos e vidas, colocando biomas abaixo e o planeta em colapso. No Brasil, o grande vilão das emissões de dióxido de carbono, gás que causa o efeito estufa, é o agro. No Rio Grande do Sul, 25% do território é soja. O impacto é devastador.
Urge nos mobilizarmos, nessas eleições e para além delas, pela guardiania de nossos biomas, saberes, culturas e riquezas nacionais, garantindo soberania.
Quem vive e produz com a terra tem cada vez mais dificuldades para cultivar, mas resiste. Com fé, luta e sonho, anuncia que as soluções já estão aqui, há horizontes emancipatórios. E isso se faz com políticas estruturantes e essenciais para a agricultura familiar, que protegem e alimentam o futuro. Exemplos disso, presentes no governo Lula, são o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fundamentais para proporcionar alimentos saudáveis desde a infância.
O plano de governo do Flávio sequer cita a agroecologia ou as principais políticas públicas de alimentação. O documento tem uma ausência grave: a palavra fome. Revela, ainda, o projeto político de morte de Flávio: “O agro brasileiro é garantia de segurança alimentar”. Não é. Soja e milho são os grãos mais produzidos, mas não vão para o nosso prato, são exportados para o exterior ou viram ração. Quem produz feijão, arroz, hortaliças e alimentos que nutrem nosso cotidiano é a agricultura familiar, tampouco citada no plano de governo de Flávio. Com Jair, seu pai, o Brasil voltou pro mapa da fome
Não dá pra retroceder. Por um Brasil que alimenta, cultiva a diversidade e protege a vida: vote 13! ⭐
Porto Alegre com Lula! Ato histórico na capital gaúcha marca segundo turno das eleições de 2026
Na segunda-feira, 19 de outubro de 2026, multidões tomaram as ruas de Porto Alegre (RS) em apoio à candidatura de Lula. Num ato histórico, o maior dos últimos 30 anos, movimentos sociais, juventudes, organizações populares, territórios de vida, partidos de esquerda e sociedade civil marcharam com cantos que reivindicam democracia, soberania e a garantia de direitos, como a recente vitória histórica para trabalhadores, o fim da escala 6×1, apoiada por Lula.
Por Marielle Franco, diziam cartazes erguidos por jovens. Pelos mortos da enchente e da covid-19, anunciavam outros, entre bandeiras vermelhas que tomaram a cidade.
A dimensão do público expressa o desejo de continuidade de um projeto de governo voltado ao povo, à defesa dos direitos conquistados e ao lugar do Brasil no mundo. Entre bandeiras, tambores, o caminhar de mais novas e mais velhas, a multidão saiu do largo dos Açorianos em direção ao Mercado Público.
“Pela dignidade e honra desse Brasil, que não será quintal de ninguém”, anunciou Lula, presente no ato, citando o fim da escala 6×1 e o combate ao feminicídio. O atual presidente marchou com um cartaz “Abre o sigilo Flávio”, um pedido de honestidade e transparência com o povo para que decida o voto. Lula abriu suas contas e de toda a sua família, solicitando o mesmo de Flávio, que permanece em silêncio. Quem não deve não teme.
Leia a matéria do Brasil de Fato RS e saiba mais
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Pela verdadeira prosperidade do país, para não retroceder em direitos básicos, pela floresta de pé e pelos povos que caminham em aliança, no dia 25, sem dúvidas, é 13 ⭐”A estrela da esperança seguirá sendo nossa”.
O futuro se constrói na luta, todos os dias. Se organiza e bora construir poder popular✊🏽
Confira a cobertura fotográfica do ato:
Fotos: Carolina C.











