Integrantes e membros dos conselhos Diretor e Fiscal da Amigas da Terra Brasil estiveram presentes na assembleia geral anual da entidade, que ocorreu em 4 de julho, na CasaNat, em...
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Uma plenária na noite dessa 2ª feira (7/07), no Sindbancários, em Porto Alegre (RS), inicia um novo ciclo de reuniões periódicas realizadas com o objetivo de mobilizar populações, entidades e...
A Amigas da Terra Brasil convoca seus associados e associadas para Assembleia Geral no dia 4 de julho de 2025. A 1ª chamada às 18h30min, 2ª chamada às 18h45min....
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
In the Bolsonaro administration, started in 2019, the Amazon was on fire as never before, in a clear relation between...
Bruno Pereira e Dom Phillips presentes! O antropólogo Viveiros de Castro disse que a morte é um acontecimento corporal que...
“It’s sad that we are still the exiled from our own land” As Brazilians, we are used to having to...
Em 1948, o direito à moradia ingressou no rol de direitos fundamentais, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, alçando...
“É um tempo de guerra, é um tempo sem sol”, como diria Maria Bethânia. Neste tempo sombrio, temos que ter...
Como povo brasileiro, nos acostumamos a questionar as narrativas de desenvolvimento. Em nossos territórios, junto a elas, instalam-se uma série...