De 11 a 13 setembro, por volta de 6 mil mulheres indígenas marcharam em Brasília pelo fim da violência contra elas e pela demarcação de seus territórios. Na 3ª edição da Marcha...
De 11 a 13 setembro, por volta de 6 mil mulheres indígenas marcharam em Brasília pelo fim da violência contra elas e pela demarcação de seus territórios. Na 3ª edição da Marcha...
Na última sexta-feira (22/09) amanhecemos um pouco mais perto de descriminalizar o aborto no Brasil. Rosa Weber, Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), votou favorável a ação que visa a...
Vitória! Este 21 de setembro é um dia histórico aos indígenas e não indígenas do Brasil. O STF (Supremo Tribunal Federal) invalidou a tese do Marco Temporal para demarcação de...
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
Reconstrução da Casa de Reza para a comunidade Tekoá Pindó Mirim são possibilitadas por meio de rede de solidariedade popular ...
Sem políticas públicas efetivas para o aprofundamento das desigualdades, movimentos sociais e sociedade civil tem atuado para minimizar a crise...
A federação internacionalista ambientalista Amigos da Terra, por meio do seu membro brasileiro, a Amigos da Terra Brasil, atua há anos...
Com edital de concessão lançado, o cais será concedido por investimento inicial de 300 milhões de reais Durante os primeiros...
Projeto de construção da Mina Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), tem processo de licenciamento ambiental anulado pela...
Ato do dia 5 de Fevereiro marca a luta contra o racismo e pelo fim dos assassinatos a pessoas negras...
Não é possível acessar vídeos desse canal. Verifique se essa é uma ID de canal válida.
Erro: nenhum vídeo encontrado.
Verifique se essa é uma ID de canal válida e se o canal tem vídeos disponíveis no youtube.com.