Homens armados se dirigiram à retomada e efetuaram disparos de armas de fogo contra a comunidade; não houve feridos, mas os Xokleng temem novos ataques Na madrugada do último...
Homens armados se dirigiram à retomada e efetuaram disparos de armas de fogo contra a comunidade; não houve feridos, mas os Xokleng temem novos ataques Na madrugada do último...
Acordamos, na manhã dessa 6ª feira (18/08), com o assassinato de mais uma defensora de direitos humanos, Bernadete Pacífico, liderança quilombola da comunidade de Pitanga dos Palmares, na cidade de...
Em 2018, Jair Bolsonaro (PL) foi eleito com a promessa de não demarcar nenhuma Terra Indígena no Brasil. Passados quatro anos, nenhum território foi demarcado. Mas não apenas; a violência...
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
Até outubro deste ano, 123.153 famílias se encontravam sob ameaça de despejo, segundo dados levantados pela Campanha Despejo Zero. O...
Decisão da Justiça Federal proibindo pulverização aérea de agrotóxicos na área não está sendo cumprida, denunciam agricultores Os agricultores do...
Ontem, dia 3/12, movimentos sociais, sindicais e ambientalistas realizaram ato de entrega do prêmio satírico “Pulverizador de Ouro – Ano...
O Festival Ambiental POA 2021 pela ecologia e justiça social aconteceu no sábado, dia 27 de Novembro em Porto Alegre,...
O por trás das câmeras da reivindicação das “Torres do Inter” Na época em que a prefeitura de Porto Alegre...
Nesta terça-feira, 30/11, foi lançada a Carta Aberta de Alerta sobre Perigos do Novo Código de Mineração no estado do...

