Uma coalizão de mais de 450 organizações da América Latina e da Europa, incluindo sindicatos, agricultores, movimentos sociais, ativistas pelos direitos dos animais e ambientalistas, criticou o anúncio dos líderes...
Uma coalizão de mais de 450 organizações da América Latina e da Europa, incluindo sindicatos, agricultores, movimentos sociais, ativistas pelos direitos dos animais e ambientalistas, criticou o anúncio dos líderes...
Associações ambientalistas alertam para o eventual impacto do acordo UE-Mercosul no ambiente, direitos humanos, trabalhadores, pequenos agricultores e no bem-estar animal. O acordo comercial entre a União Europeia (UE) e...
A Comunidade Kilombola Morada da Paz (CoMPaz) obteve mais uma vitória em sua caminhada na busca pelo direito de Ser e Existir. Nessa 4ª feira (12/07), a 4ª Turma do...
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
Cerca de 6 mil indígenas de 176 povos de todo o país ficaram acampados de 22 a 28 de Agosto,...
Chegaram dos mais diversos rincões do país milhares de indígenas de diferentes povos e montaram acampamento em Brasília (DF) neste...
Francisco Cali Tzay ,especialista da ONU, pontua a necessidade do Supremo Tribunal Federal em defender às terras e territórios dos...
O grupo fundamentalista islãmico Talibã, expulso de Cabul há 20 anos pelos Estados Unidos (EUA) após os ataques de 11...
Repudiamos a criminalização dos defensores do Rio Grande de Reitoca Em janeiro de 2018, os habitantes de Reitoca, município do...
Amigos da Terra participa de debate em 20 de Agosto, às 16h, pela plataforma Zoom, com a campanha global para...
