Na última sexta-feira (22/09) amanhecemos um pouco mais perto de descriminalizar o aborto no Brasil. Rosa Weber, Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), votou favorável a ação que visa a...
Na última sexta-feira (22/09) amanhecemos um pouco mais perto de descriminalizar o aborto no Brasil. Rosa Weber, Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), votou favorável a ação que visa a...
Vitória! Este 21 de setembro é um dia histórico aos indígenas e não indígenas do Brasil. O STF (Supremo Tribunal Federal) invalidou a tese do Marco Temporal para demarcação de...
As últimas semanas se agitam nas revelações dos escândalos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, sua família e aliados. Desde os depoimentos do hacker da Vaza Jato na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito...
Buscar justiça econômica significa resistir ao neoliberalismo, modelo econômico que reduz o papel do estado, desmonta os serviços públicos essenciais e sobrepõe os interesses privados das grandes empresas transnacionais sobre as pessoas e a vida. Defendemos que o sistema econômico deve priorizar o interesse público, as necessidades e a melhoria da vida da maioria da população, de forma equitativa e sem destruir o meio ambiente, com respeito a outras formas de economia ou de trocas.
A luta de classe somada às mudanças climáticas e a crise energética, historicamente construídas pelo desenvolvimento do atual modelo econômico, intencionalmente colocam em risco a vida no planeta. Ameaçam nossa biodiversidade, a soberania alimentar, a democracia e a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo. Os povos tradicionais indígenas e os mais empobrecidos são os mais atingidos. Mudar o sistema é urgente para nossa sobrevivência!
Lutamos para garantir a Justiça Ambiental no território urbano, denunciando as desigualdades e preconceitos de classe, aliado pelo racismo, machismo e lgtbqia+fobia resultando na segregação social, o ataque do setor imobiliário a comunidades periféricas e a falta de escuta e participação dos empobrecidos no Estado capturado pelo sistema neoliberal. Combater o racismo ambiental é garantir moradia digna, serviços de qualidade e direito à cidade e ao ambiente equilibrado para todas as pessoas.
O atual sistema político-econômico, com sua demanda crescente por recursos naturais, impulsiona a apropriação de terras e a superexploração do trabalho e da natureza, ao mesmo tempo em que criminaliza, ameaça e ataca comunidades, movimentos sociais e organizações que defendem seus territórios e direitos. Apoiamos a luta dos povos e indígenas de todo o mundo contra os crimes das empresas transnacionais e dos Estados cúmplices.
O feminismo anticapitalista e a construção de uma economia femista e popular é fundamental na luta pela autonomia das mulheres, contra todas as formas de de opressão e de violência, pela pela justa divisão do trabalho - produtivo, reprodutivos e de cuidados - entre mulheres, homens e o estado, entre os povos e em harmonia com a natureza.
Projeto de construção da Mina Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), tem processo de licenciamento ambiental anulado pela...
Ato do dia 5 de Fevereiro marca a luta contra o racismo e pelo fim dos assassinatos a pessoas negras...
Assine a petição pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNARA) neste link: https://chegadeagrotoxicos.org.br/ O presidente da Câmara...
No último período, temos assistido a uma corrida dos governos, de todas as esferas, em lançar planos ambientais e climáticos...
A avalanche de concessões de parques e praças brasileiros à iniciativa privada A nível Federal, Estadual e Municipal, a elite...
A data limite para envio de contribuições da sociedade civil é 11 de fevereiro de 2022 e a previsão é...