{"id":6690,"date":"2024-05-07T08:23:31","date_gmt":"2024-05-07T11:23:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/?p=6690"},"modified":"2025-06-12T13:21:14","modified_gmt":"2025-06-12T16:21:14","slug":"enchentes-ja-afetaram-mais-de-80-comunidades-indigenas-no-rs-saiba-como-ajudar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=6690","title":{"rendered":"Enchentes j\u00e1 afetaram mais de 80 comunidades ind\u00edgenas no RS; saiba como ajudar"},"content":{"rendered":"<p>Levantamento feito por organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e indigenistas busca cobrar o poder p\u00fablico e apoiar campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00f5es para comunidades afetadas<\/p>\n<figure id=\"attachment_6691\" aria-describedby=\"caption-attachment-6691\" style=\"width: 525px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6691 size-large\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-1024x461.jpeg\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"236\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-1024x461.jpeg 1024w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-300x135.jpeg 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-768x346.jpeg 768w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-500x225.jpeg 500w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1-800x360.jpeg 800w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/pindo-poty-guarani-cheias-2024-05_robertoliebgott-cimi-scaled-1.jpeg 1050w\" sizes=\"(max-width: 525px) 100vw, 525px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6691\" class=\"wp-caption-text\">A comunidade Pindo Poty, do povo Guarani Mbya, que fica localizada no bairro Lami, em Porto Alegre \u00e9 uma das mais afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Foto: Roberto Liegbott\/Cimi<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os impactos das chuvas e das cheias in\u00e9ditas no estado do Rio Grande do Sul chegam de forma avassaladora em comunidades ind\u00edgenas da regi\u00e3o. Um\u00a0<a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Levantamento-Catastrofe-Ambiental-RS-2024-1.pdf\" rel=\"\">levantamento\u00a0<\/a>colaborativo indica que mais de 80 comunidades e territ\u00f3rios ind\u00edgenas foram diretamente afetados, alguns com extrema gravidade.<\/p>\n<p>O mapeamento, que segue em atualiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 realizado de forma conjunta pelo Conselho Indigenista Mission\u00e1rio \u2013 Cimi Regional Sul, Comiss\u00e3o Guarani Yvyrupa (CGY), Funda\u00e7\u00e3o Luterana de Diaconia, Conselho de Miss\u00e3o entre Povos Ind\u00edgenas e Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia (FLD\/Comin\/Capa), al\u00e9m do Conselho Estadual dos Povos Ind\u00edgenas do Rio Grande do Sul (Cepi\/RS).<\/p>\n<p><strong>O mapeamento, que segue em atualiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 realizado de forma conjunta:<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6692 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-.png\" alt=\"\" width=\"570\" height=\"793\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-.png 570w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas--216x300.png 216w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas--359x500.png 359w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><em><strong><a href=\"https:\/\/www.datawrapper.de\/_\/E0hX8\/\">Acesse o mapa e confira as atualiza\u00e7\u00f5es aqui<\/a><\/p>\n<p><\/strong><\/em>Comunidades dos povos Guarani Mbya, Kaingang, Xokleng e Charrua, espalhadas em 49 munic\u00edpios ga\u00fachos, s\u00e3o as mais impactadas da regi\u00e3o. Dentre as comunidades que se encontram em estado de emerg\u00eancia mais grave, todas elas do povo Guarani Mbya, est\u00e3o Lami e da Ponta do Arado, situadas no munic\u00edpio de Porto Alegre, com 18 fam\u00edlias atingidas; Yva&#8217;\u00e3 Por\u00e3, em Canela, com 16 fam\u00edlias afetadas; Flor do Campo e Passo Grande Ponte, em Barra do Ribeiro, com 25 fam\u00edlias impactadas, e as 19 fam\u00edlias da aldeia Ara\u00e7aty localizadas no munic\u00edpio de Capivari do Sul.<\/p>\n<p>Nessas comunidades, as fam\u00edlias precisaram deixar suas casas para se deslocar para \u00e1reas mais elevadas, dado o risco de alagamento e deslizamento de terra. Na aldeia Pekuruty, localizada \u00e0s margens da BR-290, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) destruiu as casas e edifica\u00e7\u00f5es da comunidade, sem qualquer consulta ou justificativa.<\/p>\n<blockquote><p>As fam\u00edlias precisaram deixar suas casas para se deslocar para \u00e1reas mais elevadas<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo Roberto Liegbott, mission\u00e1rio do Cimi Regional Sul, \u201cessa comunidade foi removida para que o DNIT pudesse consertar uma tubula\u00e7\u00e3o que passa ali e eles acabaram destruindo toda a comunidade ind\u00edgena. Eles arrancaram as casas dos ind\u00edgenas sem que os Guarani sequer soubessem ou tivessem sido comunicados. Os ind\u00edgenas no momento encontram-se em um abrigo, mas quando retornarem, a comunidade j\u00e1 n\u00e3o existir\u00e1 mais, porque o DNIT destruiu tudo\u201d, informou o mission\u00e1rio.<\/p>\n<p>A inunda\u00e7\u00e3o persiste na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. A situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 preocupante nos munic\u00edpios de Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, S\u00e3o Leopoldo, Novo Hamburgo, Gua\u00edba, Eldorado do Sul e Cachoeirinha, al\u00e9m dos bairros de Porto Alegre, especialmente nas zonas Norte e Sul.<\/p>\n<p>O levantamento realizado pelas organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e indigenistas ainda est\u00e1 em est\u00e1gio preliminar e possui o objetivo de auxiliar, nesta fase emergencial, a realiza\u00e7\u00e3o de uma campanha de doa\u00e7\u00e3o para as comunidades afetadas. \u201cH\u00e1 um conjunto de entidades e institui\u00e7\u00f5es organizadas para ajudar essas fam\u00edlias n\u00e3o s\u00f3 nesse primeiro momento, mas tamb\u00e9m depois, na reconstru\u00e7\u00e3o de suas casas e aldeias\u201d, explicou Roberto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6693 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-rs-.png\" alt=\"\" width=\"572\" height=\"747\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-rs-.png 572w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-rs--230x300.png 230w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-comunidades-indigenas-rs--383x500.png 383w\" sizes=\"(max-width: 572px) 100vw, 572px\" \/><\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es pedem apoio e doa\u00e7\u00e3o de alimentos, material de higiene e limpeza, lonas, telhas, colch\u00f5es e cobertores para as comunidades. As doa\u00e7\u00f5es podem ser feitas na Par\u00f3quia Menino Jesus de Praga, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>O Cimi Regional Sul, a ArpinSul e a Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib) tamb\u00e9m disponibilizaram uma conta banc\u00e1ria para receber doa\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de apoiar a campanha de doa\u00e7\u00e3o em curso, o mapeamento das \u00e1reas impactadas tamb\u00e9m busca subsidiar informa\u00e7\u00f5es para cobrar, tanto do governo federal como do governo estadual, provid\u00eancias e amparo \u00e0s comunidades ind\u00edgenas do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 tamb\u00e9m a necessidade que haja a regulariza\u00e7\u00e3o e a demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios, de prefer\u00eancia que se assegure lugares adequados, n\u00e3o degradados, para que essas fam\u00edlias possam viver tendo um horizonte de seguran\u00e7a e n\u00e3o de vulnerabiliza\u00e7\u00e3o como ocorre hoje\u201d, considera Roberto Liebgott.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6694 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-3-.png\" alt=\"\" width=\"567\" height=\"433\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-3-.png 567w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-3--300x229.png 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-3--500x382.png 500w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6695 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4.png\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"521\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4.png 525w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4-300x298.png 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4-150x150.png 150w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4-500x496.png 500w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/mapa-4-100x100.png 100w\" sizes=\"(max-width: 525px) 100vw, 525px\" \/><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/2024\/05\/indigenascheiars\/\"><strong>Este material foi publicado originalmente em Cimi Sul,\u00a0 no dia 06\/05, no link: https:\/\/cimi.org.br\/2024\/05\/indigenascheiars\/<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento feito por organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e indigenistas busca cobrar o poder p\u00fablico e apoiar campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00f5es para comunidades afetadas Os impactos das chuvas e das cheias in\u00e9ditas no estado do Rio Grande do Sul chegam de forma avassaladora em comunidades ind\u00edgenas da regi\u00e3o. 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As fam\u00edlias precisaram deixar suas casas para se deslocar para \u00e1reas mais elevadas Segundo Roberto Liegbott, mission\u00e1rio do Cimi Regional Sul, \u201cessa comunidade foi removida para que o DNIT pudesse consertar uma tubula\u00e7\u00e3o que passa ali e eles acabaram destruindo toda a comunidade ind\u00edgena. Eles arrancaram as casas dos ind\u00edgenas sem que os Guarani sequer soubessem ou tivessem sido comunicados. Os ind\u00edgenas no momento encontram-se em um abrigo, mas quando retornarem, a comunidade j\u00e1 n\u00e3o existir\u00e1 mais, porque o DNIT destruiu tudo\u201d, informou o mission\u00e1rio. A inunda\u00e7\u00e3o persiste na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. A situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 preocupante nos munic\u00edpios de Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, S\u00e3o Leopoldo, Novo Hamburgo, Gua\u00edba, Eldorado do Sul e Cachoeirinha, al\u00e9m dos bairros de Porto Alegre, especialmente nas zonas Norte e Sul. O levantamento realizado pelas organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e indigenistas ainda est\u00e1 em est\u00e1gio preliminar e possui o objetivo de auxiliar, nesta fase emergencial, a realiza\u00e7\u00e3o de uma campanha de doa\u00e7\u00e3o para as comunidades afetadas. \u201cH\u00e1 um conjunto de entidades e institui\u00e7\u00f5es organizadas para ajudar essas fam\u00edlias n\u00e3o s\u00f3 nesse primeiro momento, mas tamb\u00e9m depois, na reconstru\u00e7\u00e3o de suas casas e aldeias\u201d, explicou Roberto. As organiza\u00e7\u00f5es pedem apoio e doa\u00e7\u00e3o de alimentos, material de higiene e limpeza, lonas, telhas, colch\u00f5es e cobertores para as comunidades. As doa\u00e7\u00f5es podem ser feitas na Par\u00f3quia Menino Jesus de Praga, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O Cimi Regional Sul, a ArpinSul e a Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib) tamb\u00e9m disponibilizaram uma conta banc\u00e1ria para receber doa\u00e7\u00f5es financeiras. Al\u00e9m de apoiar a campanha de doa\u00e7\u00e3o em curso, o mapeamento das \u00e1reas impactadas tamb\u00e9m busca subsidiar informa\u00e7\u00f5es para cobrar, tanto do governo federal como do governo estadual, provid\u00eancias e amparo \u00e0s comunidades ind\u00edgenas do Rio Grande do Sul. \u201cH\u00e1 tamb\u00e9m a necessidade que haja a regulariza\u00e7\u00e3o e a demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios, de prefer\u00eancia que se assegure lugares adequados, n\u00e3o degradados, para que essas fam\u00edlias possam viver tendo um horizonte de seguran\u00e7a e n\u00e3o de vulnerabiliza\u00e7\u00e3o como ocorre hoje\u201d, considera Roberto Liebgott. 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