{"id":6047,"date":"2023-06-05T10:21:46","date_gmt":"2023-06-05T13:21:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/?p=6047"},"modified":"2025-06-12T14:00:58","modified_gmt":"2025-06-12T17:00:58","slug":"quem-disse-que-nao-existe-almoco-gratis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=6047","title":{"rendered":"Quem disse que n\u00e3o existe almo\u00e7o gr\u00e1tis?"},"content":{"rendered":"<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<div class=\"texto\">\n<p>Todos os dias, quem passa pela Avenida da Azenha \u00e0s onze horas da manh\u00e3, na altura do n\u00famero 608, v\u00ea uma fila se formar rapidamente. \u00c9 neste hor\u00e1rio que come\u00e7am a chegar pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, aposentados, trabalhadores informais, entregadores, ambulantes, fam\u00edlias com crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade para pegar suas marmitas, que come\u00e7am a ser servidas ao meio-dia pela Cozinha Solid\u00e1ria da Azenha. A atividade tem dura\u00e7\u00e3o de uma hora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"texto\">A iniciativa come\u00e7ou na pandemia por iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que luta por moradia digna. Al\u00e9m da localizada na capital ga\u00facha, existem mais de 30 cozinhas espalhadas pelo Brasil.<\/div>\n<div id=\"billboard-intertext-2\" class=\"adunit\" data-paywall=\"true\"><\/div>\n<div class=\"texto\">Em m\u00e9dia, s\u00e3o servidas 250 marmitas por dia. Os insumos v\u00eam de doa\u00e7\u00f5es de outros movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), A\u00e7\u00e3o pela Cidadania e do pr\u00f3prio MTST em \u00e2mbito nacional.<\/div>\n<div class=\"texto\">Para conseguir manter sua autonomia financeira, o movimento aposta tanto na organiza\u00e7\u00e3o de saraus culturais com venda de pratos quentes, chamado Tempero de Luta, como em campanhas permanentes de arrecada\u00e7\u00e3o por meio de contribui\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas.<\/div>\n<div class=\"texto\"><\/div>\n<div>\n<figure id=\"attachment_6049\" aria-describedby=\"caption-attachment-6049\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6049 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/isauraa.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/isauraa.jpg 800w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/isauraa-300x200.jpg 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/isauraa-768x512.jpg 768w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/isauraa-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6049\" class=\"wp-caption-text\">Isaura Aparecida \u00e9 uma das volunt\u00e1rias que faz as refei\u00e7\u00f5es servidas de segundas a sextas ISABELLE RIEGER\/ESPECIAL\/JC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"noticia espacamento claro\">\n<div>As marmitas s\u00e3o distribu\u00eddas nos fundos, no p\u00e1tio da casa, que conta com um espa\u00e7o com telhado para proteger de situa\u00e7\u00f5es adversas de clima. Na hora da distribui\u00e7\u00e3o do almo\u00e7o, a prefer\u00eancia \u00e9 das mulheres, crian\u00e7as e pessoas com defici\u00eancia. Depois de servidas, \u00e9 a vez dos homens.<\/div>\n<div>\n<p>Caso algum representante dos dois primeiros grupos chegue no meio da distribui\u00e7\u00e3o, eles t\u00eam prioridade imediata. Repetir o prato, ou o apelidado de &#8220;repique&#8221;, tamb\u00e9m \u00e9 permitido, pr\u00f3ximo ao fechamento dos port\u00f5es. \u00c0s vezes, h\u00e1 frutas para sobremesa.<\/p>\n<p>No meio da atividade, um representante do movimento grita os avisos gerais do espa\u00e7o, como necessidade maior de organiza\u00e7\u00e3o do ou aten\u00e7\u00e3o para o lixo espalhado no ch\u00e3o. Quando a reportagem esteve no local, quem fez os alertas foi o coordenador da Cozinha Solid\u00e1ria, Fernando Campos Costa.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m explicou sobre a campanha do movimento pela redu\u00e7\u00e3o do uso de pl\u00e1stico. As marmitas, que eram servidas em recipientes descart\u00e1veis de isopor, agora podem estar em potes.<\/p>\n<p>A medida, de acordo com Costa, reduz o impacto ambiental e diminui os gastos com as compras dos recipientes. A Cozinha Solid\u00e1ria, assim, recebe doa\u00e7\u00f5es de potes, talheres, canecas e copos para seguir com a campanha.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ao final do almo\u00e7o, as atividades do dia s\u00e3o encerradas. Os potes descart\u00e1veis s\u00e3o jogados nos lixos da Cozinha e se iniciam as despedidas. Muitas pessoas se tornam frequentadores do espa\u00e7o e compartilham experi\u00eancias e ang\u00fastias no espa\u00e7o sentadas nas cadeiras do p\u00e1tio.<\/p>\n<p>Sentado em um banco de madeira, o Jo\u00e3o Ferreira Trindade, 79 anos, conta como chegou no local. Movido por curiosidade, desceu da linha 398 no ponto de \u00f4nibus da Avenida Azenha e foi descobrir o que era a casa com a fachada vermelha na avenida. Agora, almo\u00e7a diariamente h\u00e1 duas semanas por causa da iniciativa do MTST.<\/p>\n<p>J\u00e1 o venezuelano Juan Pablo Ortiz, 35 anos, retira sua marmita na Cozinha h\u00e1 um m\u00eas. Ele mora em um albergue no Centro da cidade, mas est\u00e1 desempregado.<\/p>\n<p>Ortiz j\u00e1 esteve em situa\u00e7\u00e3o de rua. Por meio de conhecidos que j\u00e1 frequentavam o espa\u00e7o, descobriu a iniciativa da cozinha, que alivia as circunst\u00e2ncias de vulnerabilidade pelas quais passa.<\/p>\n<p>&#8220;Se n\u00e3o tem trabalho, n\u00e3o tem como ter subsist\u00eancia. Pelo menos existem lugares para comer como a Cozinha Solid\u00e1ria&#8221;, afirma.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6048\" aria-describedby=\"caption-attachment-6048\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-6048 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/1.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/1.jpg 800w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/1-300x200.jpg 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/1-768x512.jpg 768w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/1-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6048\" class=\"wp-caption-text\">S\u00e3o servidas 250 marmitas por dia e, para continuar o trabalho, o Movimento dos Trabalhadores sem Teto precisa de doa\u00e7\u00f5es que ajudem nos gastos | ISABELLE RIEGER\/ESPECIAL JC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"espacamentog\"><\/div>\n<div>\n<h2>Cozinha Solid\u00e1ria j\u00e1 teve outros dois endere\u00e7os<\/h2>\n<figure id=\"attachment_6050\" aria-describedby=\"caption-attachment-6050\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-6050 size-full\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/end-cozinha.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/end-cozinha.jpg 800w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/end-cozinha-300x200.jpg 300w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/end-cozinha-768x512.jpg 768w, https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/end-cozinha-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6050\" class=\"wp-caption-text\">A Cozinha Solid\u00e1ria est\u00e1 agora na Avenida da Azenha, 608<br \/>\/ISABELLE RIEGER\/ESPECIAL\/JC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"texto\">A casa em que a Cozinha Solid\u00e1ria est\u00e1 situada \u00e9 o seu terceiro endere\u00e7o. Em 26 de setembro de 2021, o MTST ocupou um terreno abandonado para iniciar o projeto, tamb\u00e9m na Avenida da Azenha. O despejo veio 18 dias depois e levou o projeto para o t\u00e9rreo de um pr\u00e9dio na Rua Marc\u00edlio Dias, a duas quadras do atual endere\u00e7o.<\/div>\n<div class=\"texto\">L\u00e1, a distribui\u00e7\u00e3o de marmitas acontecia na Pra\u00e7a Princesa Isabel, que tamb\u00e9m comporta um ponto de t\u00e1xis e feiras de artesanato durante a semana, al\u00e9m de estar suscet\u00edvel \u00e0 a\u00e7\u00e3o de vento e chuva. Houve reclama\u00e7\u00f5es, inclusive, da seguran\u00e7a do local, aponta Costa.<\/div>\n<div class=\"texto\">Para seguir com o projeto e garantir a integridade f\u00edsica de todos os participantes, o espa\u00e7o de n\u00famero 608 na Azenha foi alugado. Embora n\u00e3o seja ideal por conta dos gastos a mais que a loca\u00e7\u00e3o acarreta, reconhece Costa, o local permite atividades maiores do que as que estavam sendo feitas na rua.<\/div>\n<h3 class=\"inline\"><span class=\"upper claro peq\">\u00a0<\/span><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todos os dias, quem passa pela Avenida da Azenha \u00e0s onze horas da manh\u00e3, na altura do n\u00famero 608, v\u00ea uma fila se formar rapidamente. \u00c9 neste hor\u00e1rio que come\u00e7am a chegar pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, aposentados, trabalhadores informais, entregadores, ambulantes, fam\u00edlias com crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade para pegar suas marmitas, que come\u00e7am a ser servidas ao meio-dia pela Cozinha Solid\u00e1ria da Azenha. A atividade tem dura\u00e7\u00e3o de uma hora. A iniciativa come\u00e7ou na pandemia por iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que luta por moradia digna. Al\u00e9m da localizada na capital ga\u00facha, existem mais de 30 cozinhas espalhadas pelo Brasil. Em m\u00e9dia, s\u00e3o servidas 250 marmitas por dia. Os insumos v\u00eam de doa\u00e7\u00f5es de outros movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), A\u00e7\u00e3o pela Cidadania e do pr\u00f3prio MTST em \u00e2mbito nacional. Para conseguir manter sua autonomia financeira, o movimento aposta tanto na organiza\u00e7\u00e3o de saraus culturais com venda de pratos quentes, chamado Tempero de Luta, como em campanhas permanentes de arrecada\u00e7\u00e3o por meio de contribui\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas. As marmitas s\u00e3o distribu\u00eddas nos fundos, no p\u00e1tio da casa, que conta com um espa\u00e7o com telhado para proteger de situa\u00e7\u00f5es adversas de clima. Na hora da distribui\u00e7\u00e3o do almo\u00e7o, a prefer\u00eancia \u00e9 das mulheres, crian\u00e7as e pessoas com defici\u00eancia. Depois de servidas, \u00e9 a vez dos homens. Caso algum representante dos dois primeiros grupos chegue no meio da distribui\u00e7\u00e3o, eles t\u00eam prioridade imediata. Repetir o prato, ou o apelidado de &#8220;repique&#8221;, tamb\u00e9m \u00e9 permitido, pr\u00f3ximo ao fechamento dos port\u00f5es. \u00c0s vezes, h\u00e1 frutas para sobremesa. No meio da atividade, um representante do movimento grita os avisos gerais do espa\u00e7o, como necessidade maior de organiza\u00e7\u00e3o do ou aten\u00e7\u00e3o para o lixo espalhado no ch\u00e3o. Quando a reportagem esteve no local, quem fez os alertas foi o coordenador da Cozinha Solid\u00e1ria, Fernando Campos Costa. Ele tamb\u00e9m explicou sobre a campanha do movimento pela redu\u00e7\u00e3o do uso de pl\u00e1stico. As marmitas, que eram servidas em recipientes descart\u00e1veis de isopor, agora podem estar em potes. A medida, de acordo com Costa, reduz o impacto ambiental e diminui os gastos com as compras dos recipientes. A Cozinha Solid\u00e1ria, assim, recebe doa\u00e7\u00f5es de potes, talheres, canecas e copos para seguir com a campanha. Ao final do almo\u00e7o, as atividades do dia s\u00e3o encerradas. Os potes descart\u00e1veis s\u00e3o jogados nos lixos da Cozinha e se iniciam as despedidas. Muitas pessoas se tornam frequentadores do espa\u00e7o e compartilham experi\u00eancias e ang\u00fastias no espa\u00e7o sentadas nas cadeiras do p\u00e1tio. Sentado em um banco de madeira, o Jo\u00e3o Ferreira Trindade, 79 anos, conta como chegou no local. Movido por curiosidade, desceu da linha 398 no ponto de \u00f4nibus da Avenida Azenha e foi descobrir o que era a casa com a fachada vermelha na avenida. Agora, almo\u00e7a diariamente h\u00e1 duas semanas por causa da iniciativa do MTST. J\u00e1 o venezuelano Juan Pablo Ortiz, 35 anos, retira sua marmita na Cozinha h\u00e1 um m\u00eas. Ele mora em um albergue no Centro da cidade, mas est\u00e1 desempregado. Ortiz j\u00e1 esteve em situa\u00e7\u00e3o de rua. Por meio de conhecidos que j\u00e1 frequentavam o espa\u00e7o, descobriu a iniciativa da cozinha, que alivia as circunst\u00e2ncias de vulnerabilidade pelas quais passa. &#8220;Se n\u00e3o tem trabalho, n\u00e3o tem como ter subsist\u00eancia. Pelo menos existem lugares para comer como a Cozinha Solid\u00e1ria&#8221;, afirma. Cozinha Solid\u00e1ria j\u00e1 teve outros dois endere\u00e7os A casa em que a Cozinha Solid\u00e1ria est\u00e1 situada \u00e9 o seu terceiro endere\u00e7o. Em 26 de setembro de 2021, o MTST ocupou um terreno abandonado para iniciar o projeto, tamb\u00e9m na Avenida da Azenha. O despejo veio 18 dias depois e levou o projeto para o t\u00e9rreo de um pr\u00e9dio na Rua Marc\u00edlio Dias, a duas quadras do atual endere\u00e7o. L\u00e1, a distribui\u00e7\u00e3o de marmitas acontecia na Pra\u00e7a Princesa Isabel, que tamb\u00e9m comporta um ponto de t\u00e1xis e feiras de artesanato durante a semana, al\u00e9m de estar suscet\u00edvel \u00e0 a\u00e7\u00e3o de vento e chuva. Houve reclama\u00e7\u00f5es, inclusive, da seguran\u00e7a do local, aponta Costa. Para seguir com o projeto e garantir a integridade f\u00edsica de todos os participantes, o espa\u00e7o de n\u00famero 608 na Azenha foi alugado. 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