{"id":4870,"date":"2022-09-30T19:09:11","date_gmt":"2022-09-30T22:09:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/?p=4870"},"modified":"2025-06-16T15:13:52","modified_gmt":"2025-06-16T18:13:52","slug":"roda-de-conversa-com-movimentos-sociais-e-candidaturas-do-rs-pauta-reabertura-das-negociacoes-do-acordo-mercosul-ue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=4870","title":{"rendered":"Roda de conversa com movimentos sociais e candidaturas do RS pauta reabertura das negocia\u00e7\u00f5es do Acordo Mercosul-UE"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta quarta (28),\u00a0 \u00e0s 19h, aconteceu a roda de conversa <strong>&#8220;Riscos \u00e0s estrat\u00e9gias populares de combate \u00e0 fome, defesa dos servi\u00e7os p\u00fablicos e cuidado dos territ\u00f3rios&#8221;<\/strong>. O encontro foi presencial na sede do Sintrajufe\/RS, em Porto Alegre (RS) e teve transmiss\u00e3o ao vivo pelo Facebook da Amigos da Terra Brasil e Ong Fase.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A atividade integrou o <strong>Curso Regional Sul e Sudeste da Frente Brasileira contra os Acordos Mercosul &#8211; Uni\u00e3o Europeia\/EFTA<\/strong>, e foi coorganizado por uma articula\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es que integram a Frente: Amigos da Terra Brasil, FASE-RJ, REBRIP e CONTRAF.\u00a0 Estiveram presentes ainda companheiras e representantes do Jubileu Sul, Conaq, Movimento Atingidos por Barragens (MAB), produtoras e produtores de assentamentos como o de Nova Santa Rita, advogados populares, Marcha Mundial das Mulheres, MTST e Alian\u00e7a Feminismo Popular.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A Roda de Conversa teve como proposta <strong>dialogar com candidaturas do Rio Grande do Sul sobre os acordos<\/strong>. Na ocasi\u00e3o, organiza\u00e7\u00f5es e movimentos sociais membros da Frente requisitaram compromisso de que o Acordo UE-Mercosul seja debatido com a sociedade como prioridade na agenda pol\u00edtica do pr\u00f3ximo governo. Reivindicaram tamb\u00e9m que haja consulta com os povos e popula\u00e7\u00f5es atingidas para elabora\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica externa brasileira.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O encontro ocorreu em um momento estrat\u00e9gico, pr\u00e9-elei\u00e7\u00f5es, em que \u00e9 fundamental dialogar com candidaturas e firmar compromissos para o pr\u00f3ximo per\u00edodo. No momento de di\u00e1logo com as candidaturas no RS foi tratado o aprofundamento de an\u00e1lises e de posicionamentos sobre as tend\u00eancias relacionadas \u00e0 poss\u00edvel reabertura das negocia\u00e7\u00f5es do Acordo em 2023.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_4875\" aria-describedby=\"caption-attachment-4875\" style=\"width: 525px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4875 size-large\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PARLAMENTARES-3-1024x678.jpg\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"348\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4875\" class=\"wp-caption-text\">Caroline Rodrigues, da FASE-RJ e da Frente Importa\u00e7\u00e3o, libera\u00e7\u00e3o e deriva de Agrot\u00f3xicos como armas de guerra: resist\u00eancias e articula\u00e7\u00e3o de contra-propostas | Foto: Jonatan ATBr<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m foi debatida a arquitetura da impunidade e a aprova\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/2022\/04\/05\/brasil-tem-primeiro-projeto-de-lei-para-responsabilizar-empresas-por-violacoes-aos-direitos-das-populacoes-atingidas\/\">PL 572\/2022<\/a>, sobre <a href=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/2022\/05\/30\/articulacao-de-movimentos-sociais-lanca-campanha-pela-aprovacao-da-lei-marco-de-direitos-humanos-e-empresas\/\">empresas e direitos humanos<\/a>,\u00a0 ferramenta constru\u00edda nas lutas. Dentro de um cen\u00e1rio de assimetria de poder entre comunidades atingidas por corpora\u00e7\u00f5es e corpora\u00e7\u00f5es, que saem ilesas de processos extremamente violentos \u00e0s quais condicionam os territ\u00f3rios, a PL \u00e9 uma ferramenta de resist\u00eancia e garantia dos direitos humanos e dos povos. Seja desde a preven\u00e7\u00e3o at\u00e9 a repara\u00e7\u00e3o dos danos.\u00a0 Al\u00e9m dela, mobiliza\u00e7\u00e3o popular \u00e9 fundamental.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No encontro entre movimentos sociais e parlamentares foram ainda debatidos os\u00a0 impactos dos acordos na vida cotidiana da popula\u00e7\u00e3o. Foram pautadas situa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas nos territ\u00f3rios em luta, com exemplos latentes como a privatiza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no Rio de Janeiro, medida que mercantiliza um bem comum limitando o seu acesso em um pa\u00eds em que uma parcela consider\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem direito b\u00e1sico a saneamento.\u00a0 Ou o impacto de grandes projetos, como no caso Fraport, em que para expandir um aeroporto para Copa do Mundo, em Porto Alegre, a Vila Nazar\u00e9,\u00a0 comunidade com mais de 60 anos de hist\u00f3ria, foi extinta do mapa urbano.\u00a0 Outro caso apresentado foram as lutas no Rio Grande do Sul, como nos assentamentos de Nova Santa Rita, que em levante contra pol\u00edticas de expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio e de libera\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, que colocam em risco os meios de vida e de produ\u00e7\u00e3o de produtoras e produtores de alimentos sem veneno, pautam outro horizonte pol\u00edtico. Na luta os produtores que denunciam a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea de agrot\u00f3xicos, que afeta suas lavouras, resistem e se levantam contra pol\u00edticas de morte, reavivando um projeto pol\u00edtico que coloca a vida no centro.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_4876\" aria-describedby=\"caption-attachment-4876\" style=\"width: 525px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-4876 size-large\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PARLAMENTARES-2-1024x678.jpg\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"348\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4876\" class=\"wp-caption-text\">Candidata a deputada federal pelo PSOL, Claudia \u00c1vila e candidato a deputado estadual pelo PSOL, Matheus Gomes | Fotos: Jonatan ATBr<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_4878\" aria-describedby=\"caption-attachment-4878\" style=\"width: 525px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-4878 size-large\" src=\"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/parlamentares-4-1024x678.jpg\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"348\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4878\" class=\"wp-caption-text\">|Foto: Jonatan ATBr<\/figcaption><\/figure>\n<p>A partir de relatos dos territ\u00f3rios em luta, o debate trouxe a conex\u00e3o entre Acordos Internacionais e incid\u00eancia desses na realidade cotidiana das\u00a0 pessoas, expondo ainda demandas para resistir e construir soberania popular. Os desafios dos pr\u00f3ximos anos, que passam\u00a0 tanto pelas lutas da pol\u00edtica institucional quanto da luta dos povos e movimentos, numa constru\u00e7\u00e3o coletiva que pauta soberania, foram expostos. Tanto medidas como Dossi\u00ea de den\u00fancia a Ricardo Salles e\u00a0 que aponta o desmonte de legisla\u00e7\u00e3o ambiental no Brasil, at\u00e9 constru\u00e7\u00e3o de alternativas de coliga\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, com perspectivas anticoloniais e antirracistas entraram na conversa.<\/p>\n<p>O aprofundamento do capitalismo, via neoliberaliza\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o da iniciativa privada, impacta negativamente os biomas, sabedorias ancestrais e formas de organiza\u00e7\u00e3o social. E com acordos que fomentam o avan\u00e7o da multinacionais e megacorpora\u00e7\u00f5es na Am\u00e9rica Latina, como \u00e9 o caso do Acordo Mercosul-UE, se intensificam l\u00f3gicas como a das privatiza\u00e7\u00f5es, desestatiza\u00e7\u00f5es e incid\u00eancia de maior militariza\u00e7\u00e3o da vida e armas de guerra, como \u00e9 o caso da libera\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o e do agroneg\u00f3cio e mercantiliza\u00e7\u00e3o e financeiriza\u00e7\u00e3o da vida, que resultam em mais ruptura no metabolismo ecol\u00f3gico sob emerg\u00eancia clim\u00e1tica.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Na esteira da neoliberaliza\u00e7\u00e3o, com pol\u00edticas de estado que se traduzem nas viola\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas econ\u00f4micas, com privatiza\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es, \u00e9 imprescind\u00edvel assumir compromissos para a conjuntura que se abre a partir da elei\u00e7\u00e3o de domingo, dia 02. Tendo isso em vista, a Frente Brasileira Contra os Acordos Mercosul-UE e Mercosul &#8211; EFTA entregou carta compromisso para as candidaturas, visando a necessidade de participa\u00e7\u00e3o social e controle social da pol\u00edtica externa. Medidas que se contrap\u00f5e a uma ofensiva do acordo,\u00a0 que intensifica a precariza\u00e7\u00e3o da vida e das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, o avan\u00e7o da mercantiliza\u00e7\u00e3o dos bens comuns e o aumento exponencial da viol\u00eancia e depend\u00eancia econ\u00f4mica dos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina na rela\u00e7\u00e3o pol\u00edtica geoglobal.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0Confira como foi o evento na \u00edntegra acessando a nossa transmiss\u00e3o online:\u00a0<\/b><\/p>\n<p><iframe style=\"border: none; overflow: hidden;\" src=\"https:\/\/www.facebook.com\/plugins\/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Famigosdaterrabrasil%2Fvideos%2F1077523453156113%2F&amp;show_text=false&amp;width=560&amp;t=0\" width=\"560\" height=\"314\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta quarta (28),\u00a0 \u00e0s 19h, aconteceu a roda de conversa &#8220;Riscos \u00e0s estrat\u00e9gias populares de combate \u00e0 fome, defesa dos servi\u00e7os p\u00fablicos e cuidado dos territ\u00f3rios&#8221;. O encontro foi presencial na sede do Sintrajufe\/RS, em Porto Alegre (RS) e teve transmiss\u00e3o ao vivo pelo Facebook da Amigos da Terra Brasil e Ong Fase.\u00a0 A atividade integrou o Curso Regional Sul e Sudeste da Frente Brasileira contra os Acordos Mercosul &#8211; Uni\u00e3o Europeia\/EFTA, e foi coorganizado por uma articula\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es que integram a Frente: Amigos da Terra Brasil, FASE-RJ, REBRIP e CONTRAF.\u00a0 Estiveram presentes ainda companheiras e representantes do Jubileu Sul, Conaq, Movimento Atingidos por Barragens (MAB), produtoras e produtores de assentamentos como o de Nova Santa Rita, advogados populares, Marcha Mundial das Mulheres, MTST e Alian\u00e7a Feminismo Popular.\u00a0 A Roda de Conversa teve como proposta dialogar com candidaturas do Rio Grande do Sul sobre os acordos. Na ocasi\u00e3o, organiza\u00e7\u00f5es e movimentos sociais membros da Frente requisitaram compromisso de que o Acordo UE-Mercosul seja debatido com a sociedade como prioridade na agenda pol\u00edtica do pr\u00f3ximo governo. Reivindicaram tamb\u00e9m que haja consulta com os povos e popula\u00e7\u00f5es atingidas para elabora\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica externa brasileira. O encontro ocorreu em um momento estrat\u00e9gico, pr\u00e9-elei\u00e7\u00f5es, em que \u00e9 fundamental dialogar com candidaturas e firmar compromissos para o pr\u00f3ximo per\u00edodo. No momento de di\u00e1logo com as candidaturas no RS foi tratado o aprofundamento de an\u00e1lises e de posicionamentos sobre as tend\u00eancias relacionadas \u00e0 poss\u00edvel reabertura das negocia\u00e7\u00f5es do Acordo em 2023. Tamb\u00e9m foi debatida a arquitetura da impunidade e a aprova\u00e7\u00e3o do PL 572\/2022, sobre empresas e direitos humanos,\u00a0 ferramenta constru\u00edda nas lutas. Dentro de um cen\u00e1rio de assimetria de poder entre comunidades atingidas por corpora\u00e7\u00f5es e corpora\u00e7\u00f5es, que saem ilesas de processos extremamente violentos \u00e0s quais condicionam os territ\u00f3rios, a PL \u00e9 uma ferramenta de resist\u00eancia e garantia dos direitos humanos e dos povos. Seja desde a preven\u00e7\u00e3o at\u00e9 a repara\u00e7\u00e3o dos danos.\u00a0 Al\u00e9m dela, mobiliza\u00e7\u00e3o popular \u00e9 fundamental.\u00a0 No encontro entre movimentos sociais e parlamentares foram ainda debatidos os\u00a0 impactos dos acordos na vida cotidiana da popula\u00e7\u00e3o. Foram pautadas situa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas nos territ\u00f3rios em luta, com exemplos latentes como a privatiza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no Rio de Janeiro, medida que mercantiliza um bem comum limitando o seu acesso em um pa\u00eds em que uma parcela consider\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem direito b\u00e1sico a saneamento.\u00a0 Ou o impacto de grandes projetos, como no caso Fraport, em que para expandir um aeroporto para Copa do Mundo, em Porto Alegre, a Vila Nazar\u00e9,\u00a0 comunidade com mais de 60 anos de hist\u00f3ria, foi extinta do mapa urbano.\u00a0 Outro caso apresentado foram as lutas no Rio Grande do Sul, como nos assentamentos de Nova Santa Rita, que em levante contra pol\u00edticas de expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio e de libera\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, que colocam em risco os meios de vida e de produ\u00e7\u00e3o de produtoras e produtores de alimentos sem veneno, pautam outro horizonte pol\u00edtico. Na luta os produtores que denunciam a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea de agrot\u00f3xicos, que afeta suas lavouras, resistem e se levantam contra pol\u00edticas de morte, reavivando um projeto pol\u00edtico que coloca a vida no centro.\u00a0 A partir de relatos dos territ\u00f3rios em luta, o debate trouxe a conex\u00e3o entre Acordos Internacionais e incid\u00eancia desses na realidade cotidiana das\u00a0 pessoas, expondo ainda demandas para resistir e construir soberania popular. Os desafios dos pr\u00f3ximos anos, que passam\u00a0 tanto pelas lutas da pol\u00edtica institucional quanto da luta dos povos e movimentos, numa constru\u00e7\u00e3o coletiva que pauta soberania, foram expostos. Tanto medidas como Dossi\u00ea de den\u00fancia a Ricardo Salles e\u00a0 que aponta o desmonte de legisla\u00e7\u00e3o ambiental no Brasil, at\u00e9 constru\u00e7\u00e3o de alternativas de coliga\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, com perspectivas anticoloniais e antirracistas entraram na conversa. O aprofundamento do capitalismo, via neoliberaliza\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o da iniciativa privada, impacta negativamente os biomas, sabedorias ancestrais e formas de organiza\u00e7\u00e3o social. E com acordos que fomentam o avan\u00e7o da multinacionais e megacorpora\u00e7\u00f5es na Am\u00e9rica Latina, como \u00e9 o caso do Acordo Mercosul-UE, se intensificam l\u00f3gicas como a das privatiza\u00e7\u00f5es, desestatiza\u00e7\u00f5es e incid\u00eancia de maior militariza\u00e7\u00e3o da vida e armas de guerra, como \u00e9 o caso da libera\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, expans\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o e do agroneg\u00f3cio e mercantiliza\u00e7\u00e3o e financeiriza\u00e7\u00e3o da vida, que resultam em mais ruptura no metabolismo ecol\u00f3gico sob emerg\u00eancia clim\u00e1tica. \u00a0Na esteira da neoliberaliza\u00e7\u00e3o, com pol\u00edticas de estado que se traduzem nas viola\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas econ\u00f4micas, com privatiza\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es, \u00e9 imprescind\u00edvel assumir compromissos para a conjuntura que se abre a partir da elei\u00e7\u00e3o de domingo, dia 02. 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