{"id":3245,"date":"2021-06-07T10:33:49","date_gmt":"2021-06-07T13:33:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.amigosdaterrabrasil.org.br\/?p=3245"},"modified":"2025-06-17T10:18:20","modified_gmt":"2025-06-17T13:18:20","slug":"solidariedade-e-apoio-ao-povo-munduruku","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=3245","title":{"rendered":"Solidariedade e apoio ao povo Munduruku"},"content":{"rendered":"\n<p><p style=\"text-align:justify\">\nA Amigos da Terra Brasil (ATBr) expressa solidariedade e apoio ao povo Munduruku. Cobramos justi\u00e7a pelos violentos ataques que v\u00eam sofrendo e nos somamos ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) do Par\u00e1 e \u00e0s mulheres Munduruku na campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de recursos ap\u00f3s o pr\u00e9dio da associa\u00e7\u00e3o em Jacareacanga, no sudoeste do Par\u00e1, ter sido atacado,&nbsp; a aldeia invadida e suas casas incendiadas. O uso da viol\u00eancia \u00e9 uma tentativa de silenciar as mulheres Munduruku, contr\u00e1rias \u00e0 minera\u00e7\u00e3o ilegal em terras ind\u00edgenas.&nbsp;<br \/><\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\"> A situa\u00e7\u00e3o de conflito ocorre devido \u00e0 invas\u00e3o do garimpo ilegal em terras ind\u00edgenas para a extra\u00e7\u00e3o do ouro. Em especial sob o atual governo federal, que vem incentivando essas a\u00e7\u00f5es ilegais, os conflitos t\u00eam aumentado exponencialmente. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, j\u00e1 defendeu &#8220;ampliar o debate&#8221; para permitir a minera\u00e7\u00e3o em terras ind\u00edgenas. Ainda em agosto de 2020, Salles sobrevoou \u00e1rea de garimpos e pousou em Jacareacanga, onde se encontrou com garimpeiros e ind\u00edgenas Mundurukus, que pediram o fim das opera\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o.<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">Repudiamos qualquer ato de viola\u00e7\u00e3o dos direitos dos povos ind\u00edgenas, exigimos que as autoridades competentes adotem medidas de seguran\u00e7a para os seus territ\u00f3rios, em respeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">Agora, as mulheres Munduruku e o MPF t\u00eam o objetivo de conseguir fundos para a reforma do pr\u00e9dio, reposi\u00e7\u00e3o dos itens destru\u00eddos, para reconstru\u00e7\u00e3o das casas e para a amplia\u00e7\u00e3o da mobiliza\u00e7\u00e3o e da luta contra o avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o ilegal.<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As doa\u00e7\u00f5es s\u00e3o recebidas em conta banc\u00e1ria da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u2022 Banco: Bradesco<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u2022<\/em><strong><em> Ag\u00eancia: 0759-5<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u2022 Conta Poupan\u00e7a: 38295-7<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u2022 CNPJ: 30.024387\/0001-87<\/em><\/strong><br \/><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entenda o caso:<\/strong><br \/><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">No dia 26 de maio, um grupo armado invadiu a Aldeia Fazenda Tapaj\u00f3s, em Jacareacanga, e incendiou diversas casas, entre elas a casa de Maria Leusa Kaba. Lideran\u00e7a Munduruku e coordenadora da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakoborun, Maria Leusa \u00e9 umas das principais vozes na den\u00fancia do garimpo ilegal nas terras ind\u00edgenas da regi\u00e3o. No m\u00eas anterior, em 25 de mar\u00e7o, a sede da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n, Associa\u00e7\u00e3o Da\u2019uk, Associa\u00e7\u00e3o Arikico, Movimento Munduruku Ipereg Ayu e CIMAT, em Jacareacanga (PA), foi atacada e depredada e documentos e equipamentos coletivos foram queimados.&nbsp;<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">A a\u00e7\u00e3o criminosa ocorrida em 26 de maio vem em repres\u00e1lia a uma opera\u00e7\u00e3o de combate aos garimpos ilegais na regi\u00e3o, realizada por for\u00e7as federais em cumprimento \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma manifesta\u00e7\u00e3o a favor do garimpo foi realizada em Jacareacanga, no mesmo dia dos ataques, com apoio de empres\u00e1rios e da Prefeitura do munic\u00edpio. O ato teve como principal alvo o contingente da Pol\u00edcia Federal e For\u00e7a Nacional que est\u00e1 na regi\u00e3o atuando nas opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o. Depois de tentarem queimar viaturas, cerca de cem manifestantes foram dispersados com g\u00e1s lacrimog\u00eaneo.<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">A s\u00e9rie de ataques que est\u00e3o aumentando rapidamente na regi\u00e3o sudoeste do Par\u00e1 \u00e9 motivada diretamente pela atua\u00e7\u00e3o irrespons\u00e1vel do governo federal. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, manifesta apoio ao garimpo ilegal, al\u00e9m de in\u00fameras falas contr\u00e1rias aos direitos dos povos origin\u00e1rios por parte do presidente Bolsonaro e das pol\u00edticas de desmonte dos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental como IBAMA e ICMBio.<\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal vem notificando as amea\u00e7as e ajuizou a\u00e7\u00e3o em 2020 contra o Governo Federal pelo combate ao garimpo ilegal nas Terras Ind\u00edgenas do povo Munduruku. Dois meses ap\u00f3s o protocolo da A\u00e7\u00e3o, o ministro Ricardo Salles chegou a visitar o local de conflito. Ap\u00f3s sua visita, as amea\u00e7as \u00e0s lideran\u00e7as ind\u00edgenas Munduruku s\u00f3 aumentaram.<br \/><\/p><\/p>\n\n\n\n<p><p style=\"text-align:justify\">Ainda em dezembro de 2020, a<a href=\"http:\/\/www.oas.org\/pt\/cidh\/decisiones\/pdf\/94-20MC679-20-BR.pdf\"> Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concedeu medidas cautelares<\/a> em favor do povo Munduruku. O documento requer ao Estado Brasileiro \u201ca ado\u00e7\u00e3o das medidas necess\u00e1rias para proteger os seus direitos&nbsp; \u00e0 vida e \u00e0 integridade pessoal\u201d em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 peti\u00e7\u00e3o interposta pela Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n.<br \/><\/p><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:left\"><p style=\"text-align:justify\">Em abril \u00faltimo, a organiza\u00e7\u00e3o dos caciques do povo Munduruku reuniu 72 caciques e mais de 500 Munduruku para discutir os projetos de morte que j\u00e1 est\u00e3o afetando seu territ\u00f3rio. As amea\u00e7as presentes como doen\u00e7as, falta de \u00e1gua, escassez de peixes e ca\u00e7as, al\u00e9m da urg\u00eancia por demarca\u00e7\u00e3o dos Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas (TI) Sawre Muybu e TI Sawre Bapin. Articulados, os caciques manifestam a import\u00e2ncia de respeito \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o 169 da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) que determina a necessidade de consulta pr\u00e9via, livre e informada em a\u00e7\u00f5es que possam afetar seus territ\u00f3rios e modos de vida. \u201cNenhuma associa\u00e7\u00e3o tem o direito de representar o povo Munduruku isoladamente (&#8230;) Somos aut\u00f4nomos, quem est\u00e1 na luta somos n\u00f3s mesmos, as nossas organiza\u00e7\u00f5es, principalmente o Movimento Ypereg Ayu e as organiza\u00e7\u00f5es que colaboram com ele. Trabalhamos independente, sem depender do governo\u201d, defendem em nota.<br \/><\/p><\/p>\n\n\n\n<p>Leia a carta dos Caciques do povo Munduruku na \u00edntegra em <a href=\"https:\/\/movimentomundurukuiperegayuii.wordpress.com\/2021\/04\/30\/carta-dos-caciques-do-povo-munduruku\/\">portugu\u00eas<\/a> e <a href=\"https:\/\/movimentomundurukuiperegayuii.wordpress.com\/2021\/05\/02\/letter-from-the-munduruku-chiefs\/\">ingl\u00eas<\/a>, al\u00e9m da <a href=\"https:\/\/apiboficial.org\/2021\/06\/01\/carta-aberta-em-apoio-ao-povo-munduruku-em-jacareacanga-pa\/\">Carta Aberta da sociedade civil em apoio ao Povo Munduruku<\/a> em Jacareacanga. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Amigos da Terra Brasil (ATBr) expressa solidariedade e apoio ao povo Munduruku. Cobramos justi\u00e7a pelos violentos ataques que v\u00eam sofrendo e nos somamos ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) do Par\u00e1 e \u00e0s mulheres Munduruku na campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de recursos ap\u00f3s o pr\u00e9dio da associa\u00e7\u00e3o em Jacareacanga, no sudoeste do Par\u00e1, ter sido atacado,&nbsp; a aldeia invadida e suas casas incendiadas. O uso da viol\u00eancia \u00e9 uma tentativa de silenciar as mulheres Munduruku, contr\u00e1rias \u00e0 minera\u00e7\u00e3o ilegal em terras ind\u00edgenas.&nbsp; A situa\u00e7\u00e3o de conflito ocorre devido \u00e0 invas\u00e3o do garimpo ilegal em terras ind\u00edgenas para a extra\u00e7\u00e3o do ouro. Em especial sob o atual governo federal, que vem incentivando essas a\u00e7\u00f5es ilegais, os conflitos t\u00eam aumentado exponencialmente. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, j\u00e1 defendeu &#8220;ampliar o debate&#8221; para permitir a minera\u00e7\u00e3o em terras ind\u00edgenas. Ainda em agosto de 2020, Salles sobrevoou \u00e1rea de garimpos e pousou em Jacareacanga, onde se encontrou com garimpeiros e ind\u00edgenas Mundurukus, que pediram o fim das opera\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o. Repudiamos qualquer ato de viola\u00e7\u00e3o dos direitos dos povos ind\u00edgenas, exigimos que as autoridades competentes adotem medidas de seguran\u00e7a para os seus territ\u00f3rios, em respeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o. Agora, as mulheres Munduruku e o MPF t\u00eam o objetivo de conseguir fundos para a reforma do pr\u00e9dio, reposi\u00e7\u00e3o dos itens destru\u00eddos, para reconstru\u00e7\u00e3o das casas e para a amplia\u00e7\u00e3o da mobiliza\u00e7\u00e3o e da luta contra o avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o ilegal. As doa\u00e7\u00f5es s\u00e3o recebidas em conta banc\u00e1ria da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n: \u2022 Banco: Bradesco \u2022 Ag\u00eancia: 0759-5 \u2022 Conta Poupan\u00e7a: 38295-7 \u2022 CNPJ: 30.024387\/0001-87 Entenda o caso: No dia 26 de maio, um grupo armado invadiu a Aldeia Fazenda Tapaj\u00f3s, em Jacareacanga, e incendiou diversas casas, entre elas a casa de Maria Leusa Kaba. Lideran\u00e7a Munduruku e coordenadora da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakoborun, Maria Leusa \u00e9 umas das principais vozes na den\u00fancia do garimpo ilegal nas terras ind\u00edgenas da regi\u00e3o. No m\u00eas anterior, em 25 de mar\u00e7o, a sede da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n, Associa\u00e7\u00e3o Da\u2019uk, Associa\u00e7\u00e3o Arikico, Movimento Munduruku Ipereg Ayu e CIMAT, em Jacareacanga (PA), foi atacada e depredada e documentos e equipamentos coletivos foram queimados.&nbsp; A a\u00e7\u00e3o criminosa ocorrida em 26 de maio vem em repres\u00e1lia a uma opera\u00e7\u00e3o de combate aos garimpos ilegais na regi\u00e3o, realizada por for\u00e7as federais em cumprimento \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma manifesta\u00e7\u00e3o a favor do garimpo foi realizada em Jacareacanga, no mesmo dia dos ataques, com apoio de empres\u00e1rios e da Prefeitura do munic\u00edpio. O ato teve como principal alvo o contingente da Pol\u00edcia Federal e For\u00e7a Nacional que est\u00e1 na regi\u00e3o atuando nas opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o. Depois de tentarem queimar viaturas, cerca de cem manifestantes foram dispersados com g\u00e1s lacrimog\u00eaneo. A s\u00e9rie de ataques que est\u00e3o aumentando rapidamente na regi\u00e3o sudoeste do Par\u00e1 \u00e9 motivada diretamente pela atua\u00e7\u00e3o irrespons\u00e1vel do governo federal. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, manifesta apoio ao garimpo ilegal, al\u00e9m de in\u00fameras falas contr\u00e1rias aos direitos dos povos origin\u00e1rios por parte do presidente Bolsonaro e das pol\u00edticas de desmonte dos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental como IBAMA e ICMBio. O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal vem notificando as amea\u00e7as e ajuizou a\u00e7\u00e3o em 2020 contra o Governo Federal pelo combate ao garimpo ilegal nas Terras Ind\u00edgenas do povo Munduruku. Dois meses ap\u00f3s o protocolo da A\u00e7\u00e3o, o ministro Ricardo Salles chegou a visitar o local de conflito. Ap\u00f3s sua visita, as amea\u00e7as \u00e0s lideran\u00e7as ind\u00edgenas Munduruku s\u00f3 aumentaram. Ainda em dezembro de 2020, a Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concedeu medidas cautelares em favor do povo Munduruku. O documento requer ao Estado Brasileiro \u201ca ado\u00e7\u00e3o das medidas necess\u00e1rias para proteger os seus direitos&nbsp; \u00e0 vida e \u00e0 integridade pessoal\u201d em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 peti\u00e7\u00e3o interposta pela Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n. Em abril \u00faltimo, a organiza\u00e7\u00e3o dos caciques do povo Munduruku reuniu 72 caciques e mais de 500 Munduruku para discutir os projetos de morte que j\u00e1 est\u00e3o afetando seu territ\u00f3rio. As amea\u00e7as presentes como doen\u00e7as, falta de \u00e1gua, escassez de peixes e ca\u00e7as, al\u00e9m da urg\u00eancia por demarca\u00e7\u00e3o dos Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas (TI) Sawre Muybu e TI Sawre Bapin. Articulados, os caciques manifestam a import\u00e2ncia de respeito \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o 169 da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) que determina a necessidade de consulta pr\u00e9via, livre e informada em a\u00e7\u00f5es que possam afetar seus territ\u00f3rios e modos de vida. \u201cNenhuma associa\u00e7\u00e3o tem o direito de representar o povo Munduruku isoladamente (&#8230;) Somos aut\u00f4nomos, quem est\u00e1 na luta somos n\u00f3s mesmos, as nossas organiza\u00e7\u00f5es, principalmente o Movimento Ypereg Ayu e as organiza\u00e7\u00f5es que colaboram com ele. Trabalhamos independente, sem depender do governo\u201d, defendem em nota. Leia a carta dos Caciques do povo Munduruku na \u00edntegra em portugu\u00eas e ingl\u00eas, al\u00e9m da Carta Aberta da sociedade civil em apoio ao Povo Munduruku em Jacareacanga.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":3246,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1841,1842,1840],"tags":[],"class_list":["post-3245","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-direitos-humanos-e-dos-povos","category-povos-indigenas-e-quilombolas","category-si"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3245","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3245"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3245\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9772,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3245\/revisions\/9772"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}<!-- This website is optimized by Airlift. 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