{"id":11377,"date":"2026-06-23T16:43:10","date_gmt":"2026-06-23T19:43:10","guid":{"rendered":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=11377"},"modified":"2026-06-23T16:43:10","modified_gmt":"2026-06-23T19:43:10","slug":"mmm-participa-da-feira-da-cidadania-em-porto-alegre-e-denuncia-a-destruicao-ambiental-a-mercantilizacao-da-natureza-e-o-desmonte-das-politicas-publicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigasdaterrabrasil.org.br\/?p=11377","title":{"rendered":"MMM participa da Feira da Cidadania em Porto Alegre e denuncia a destrui\u00e7\u00e3o ambiental, a mercantiliza\u00e7\u00e3o da natureza e o desmonte das pol\u00edticas p\u00fablicas!"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/a\/AVvXsEgFMk3YQkxRcHiHrUuRenu_vFWFur8XX6LZCI_Mldk7bdgjndDfhZmk0pIdo3j-cwj2lfUiBlFSBfii1puZ6o8iGCgC2PdjzyNd-yNSy722kprj4TPaDVSx1URduUN8kQL6PG5iGqZmPxh_z5Uhify1y3gAJTpM2ReDoyIDsBYns86psqlHAhYP5m4GGrU\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/a\/AVvXsEgFMk3YQkxRcHiHrUuRenu_vFWFur8XX6LZCI_Mldk7bdgjndDfhZmk0pIdo3j-cwj2lfUiBlFSBfii1puZ6o8iGCgC2PdjzyNd-yNSy722kprj4TPaDVSx1URduUN8kQL6PG5iGqZmPxh_z5Uhify1y3gAJTpM2ReDoyIDsBYns86psqlHAhYP5m4GGrU\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>No dia 19 de Junho aconteceu em Porto Alegre a Feira da Cidadania, organizada pela Secretaria Geral da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, \u00f3rg\u00e3o central nas articula\u00e7\u00f5es do governo com movimentos e organiza\u00e7\u00f5es populares. Abaixo est\u00e1 a fala que a nossa companheira Any Moraes, da MMM RS e Coletivo Periferia Feminista, compartilhou:<\/p>\n\n\n\n<p>Falo em nome da Marcha Mundial das Mulheres e das mulheres que sustentam a vida nos territ\u00f3rios populares do Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00f3s, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas n\u00e3o pode ser separada das desigualdades produzidas por um modelo econ\u00f4mico que concentra riqueza e transfere para as mulheres a responsabilidade pelo cuidado e pela sobreviv\u00eancia.&nbsp;<strong>Justi\u00e7a clim\u00e1tica exige enfrentar as desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe e colocar a sustentabilidade da vida no centro das pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O que vivemos no Rio Grande do Sul n\u00e3o foi apenas resultado das chuvas extremas. Foi tamb\u00e9m consequ\u00eancia de anos de&nbsp;<strong>neglig\u00eancia, fragiliza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas, da falta de planejamento e da aus\u00eancia de participa\u00e7\u00e3o das comunidades na constru\u00e7\u00e3o das respostas.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Denunciamos<\/strong>&nbsp;h\u00e1 muitos anos que a destrui\u00e7\u00e3o ambiental, a mercantiliza\u00e7\u00e3o da natureza e o desmonte das pol\u00edticas p\u00fablicas atingem de forma mais dura as mulheres, especialmente as mulheres negras, perif\u00e9ricas, ind\u00edgenas, camponesas e chefes de fam\u00edlia. E quando a crise clim\u00e1tica encontra a desigualdade social, os impactos s\u00e3o muito mais profundos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, o&nbsp;<strong>principal desafio que temos hoje n\u00e3o \u00e9 apenas reconstruir o que foi destru\u00eddo<\/strong>. \u00c9 preparar os territ\u00f3rios para os eventos extremos que continuar\u00e3o acontecendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, a adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a gest\u00e3o de riscos precisam ser constru\u00eddas com&nbsp;<strong>participa\u00e7\u00e3o popular<\/strong>. Os planos de conting\u00eancia, os sistemas de alerta, as estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e os investimentos p\u00fablicos devem dialogar com quem vive nos territ\u00f3rios e conhece sua realidade.&nbsp;<strong>As solu\u00e7\u00f5es est\u00e3o no territ\u00f3rio!&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental reconhecer as organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias como parte estruturante da gest\u00e3o de riscos e da adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica!<\/p>\n\n\n\n<p>Essas experi\u00eancias precisam deixar de ser vistas apenas como a\u00e7\u00f5es emergenciais e passar a ser reconhecidas como parte permanente das pol\u00edticas p\u00fablicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Defendemos a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos permanentes de forma\u00e7\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o dessas lideran\u00e7as na governan\u00e7a da adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e da gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n\n\n\n<p>Falar em preven\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m significa enfrentar as causas da crise clim\u00e1tica. N\u00e3o podemos discutir adapta\u00e7\u00e3o sem discutir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa e os impactos de grandes empreendimentos sobre os territ\u00f3rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui no RS temos o caso da CMPC, com aus\u00eancia de consulta adequada \u00e0s comunidades ind\u00edgenas e pelos impactos desconsiderados, e isso refor\u00e7a a necessidade de alinhar desenvolvimento econ\u00f4mico, justi\u00e7a ambiental e prote\u00e7\u00e3o dos bens comuns.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil precisa&nbsp;<strong>construir uma cultura permanente de preven\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o e resposta organizada \u00e0s emerg\u00eancias clim\u00e1ticas.<\/strong>&nbsp;N\u00e3o podemos continuar atuando apenas depois que a trag\u00e9dia acontece. \u00c9 preciso fortalecer a capacidade dos territ\u00f3rios, das comunidades e do poder p\u00fablico para agir antes, durante e depois dos desastres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Experi\u00eancias internacionais, como a das nossas companheiras cubanas na prepara\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria para desastres, demonstram que comunidades organizadas salvam vidas, reduzem perdas e fortalecem a capacidade de resposta diante das emerg\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>A solidariedade e o trabalho volunt\u00e1rio salvaram vidas no Rio Grande do Sul, mas solidariedade n\u00e3o substitui pol\u00edtica p\u00fablica. \u00c9 preciso de or\u00e7amento!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o haver\u00e1 adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica sem justi\u00e7a social. E n\u00e3o haver\u00e1 justi\u00e7a clim\u00e1tica sem a participa\u00e7\u00e3o dos povos organizados na constru\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguiremos em marcha, at\u00e9 que todas sejamos livres!<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/a\/AVvXsEgFMk3YQkxRcHiHrUuRenu_vFWFur8XX6LZCI_Mldk7bdgjndDfhZmk0pIdo3j-cwj2lfUiBlFSBfii1puZ6o8iGCgC2PdjzyNd-yNSy722kprj4TPaDVSx1URduUN8kQL6PG5iGqZmPxh_z5Uhify1y3gAJTpM2ReDoyIDsBYns86psqlHAhYP5m4GGrU\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEgWaDufWNDCiu0qQ8kGZBL8wEpT6TWBN5YWcxcYnrYnUbSf_1eVBxOPRRVPnAPd7TfJa-FcCJtNFCiGLCluqu5-bM_MOx6D2jFc5IowDxA6oAhkIdeAyXrVzySFTI75gRMWU1ZSwcRERt3usCnZ9kRsAE9WlSS2oY0b6LmNl5hAnfXheVEJplLgx7oRZ3g\/s1334\/WhatsApp%20Image%202026-06-22%20at%2010.16.18.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEgWaDufWNDCiu0qQ8kGZBL8wEpT6TWBN5YWcxcYnrYnUbSf_1eVBxOPRRVPnAPd7TfJa-FcCJtNFCiGLCluqu5-bM_MOx6D2jFc5IowDxA6oAhkIdeAyXrVzySFTI75gRMWU1ZSwcRERt3usCnZ9kRsAE9WlSS2oY0b6LmNl5hAnfXheVEJplLgx7oRZ3g\/w191-h338\/WhatsApp%20Image%202026-06-22%20at%2010.16.18.jpeg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEg5P-MFUN4DEDgmsq6FPfsLTmBhmoYqwv-6W41-0TRL88sC49yWAX7-3eGqD8DmH2zQNM0z7OgH9Cuijg88BX4KGFM9vUvKfwycb-MErk3Gd4vo08AEXRKeebBBIBM2P3PxZEU0RD2IBDoUKHh2grOfBIQpX_XkProvLHeyJHtvPgzPAlcyutitSvhjY-M\/s1600\/WhatsApp%20Image%202026-06-22%20at%2010.16.18%20(1).jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEg5P-MFUN4DEDgmsq6FPfsLTmBhmoYqwv-6W41-0TRL88sC49yWAX7-3eGqD8DmH2zQNM0z7OgH9Cuijg88BX4KGFM9vUvKfwycb-MErk3Gd4vo08AEXRKeebBBIBM2P3PxZEU0RD2IBDoUKHh2grOfBIQpX_XkProvLHeyJHtvPgzPAlcyutitSvhjY-M\/w370-h277\/WhatsApp%20Image%202026-06-22%20at%2010.16.18%20(1).jpeg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 19 de Junho aconteceu em Porto Alegre a Feira da Cidadania, organizada pela Secretaria Geral da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, \u00f3rg\u00e3o central nas articula\u00e7\u00f5es do governo com movimentos e organiza\u00e7\u00f5es populares. Abaixo est\u00e1 a fala que a nossa companheira Any Moraes, da MMM RS e Coletivo Periferia Feminista, compartilhou: Falo em nome da Marcha Mundial das Mulheres e das mulheres que sustentam a vida nos territ\u00f3rios populares do Rio Grande do Sul. Para n\u00f3s, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas n\u00e3o pode ser separada das desigualdades produzidas por um modelo econ\u00f4mico que concentra riqueza e transfere para as mulheres a responsabilidade pelo cuidado e pela sobreviv\u00eancia.&nbsp;Justi\u00e7a clim\u00e1tica exige enfrentar as desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe e colocar a sustentabilidade da vida no centro das pol\u00edticas p\u00fablicas. O que vivemos no Rio Grande do Sul n\u00e3o foi apenas resultado das chuvas extremas. 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Para isso, a adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a gest\u00e3o de riscos precisam ser constru\u00eddas com&nbsp;participa\u00e7\u00e3o popular. Os planos de conting\u00eancia, os sistemas de alerta, as estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e os investimentos p\u00fablicos devem dialogar com quem vive nos territ\u00f3rios e conhece sua realidade.&nbsp;As solu\u00e7\u00f5es est\u00e3o no territ\u00f3rio!&nbsp; \u00c9 fundamental reconhecer as organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias como parte estruturante da gest\u00e3o de riscos e da adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica! Essas experi\u00eancias precisam deixar de ser vistas apenas como a\u00e7\u00f5es emergenciais e passar a ser reconhecidas como parte permanente das pol\u00edticas p\u00fablicas.&nbsp; Defendemos a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos permanentes de forma\u00e7\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o dessas lideran\u00e7as na governan\u00e7a da adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e da gest\u00e3o de riscos. Falar em preven\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m significa enfrentar as causas da crise clim\u00e1tica. N\u00e3o podemos discutir adapta\u00e7\u00e3o sem discutir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa e os impactos de grandes empreendimentos sobre os territ\u00f3rios.&nbsp; Aqui no RS temos o caso da CMPC, com aus\u00eancia de consulta adequada \u00e0s comunidades ind\u00edgenas e pelos impactos desconsiderados, e isso refor\u00e7a a necessidade de alinhar desenvolvimento econ\u00f4mico, justi\u00e7a ambiental e prote\u00e7\u00e3o dos bens comuns.&nbsp; O Brasil precisa&nbsp;construir uma cultura permanente de preven\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o e resposta organizada \u00e0s emerg\u00eancias clim\u00e1ticas.&nbsp;N\u00e3o podemos continuar atuando apenas depois que a trag\u00e9dia acontece. \u00c9 preciso fortalecer a capacidade dos territ\u00f3rios, das comunidades e do poder p\u00fablico para agir antes, durante e depois dos desastres.&nbsp; Experi\u00eancias internacionais, como a das nossas companheiras cubanas na prepara\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria para desastres, demonstram que comunidades organizadas salvam vidas, reduzem perdas e fortalecem a capacidade de resposta diante das emerg\u00eancias. 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